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Esse blog foi feito para quem esta interessado a mudar de vida, e ter uma vida saudavél e sustentavél, venha vizuali-ze curte e aproveite todo o conhecimineto e tenha uma vida boa!!!!

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Conheça a agenda ambiental

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17 de Julho - Dia de Proteção às Florestas

Florestas têm sido prejudicadas em todo o mundo pela ganância do homem. As principais conseqüências da destruição desses ecossistemas tão ricos e fundamentais à vida são: erosão e empobrecimento dos solos, enchentes, assoreamento dos rios, elevação das temperaturas, desertificação, proliferação de pragas e doenças. Por isso, é necessário restabelecer a cobertura vegetal para retomar o equilíbrio e a produtividade das florestas.
Cinco dicas de como você pode ajudar na preservação: não solte balões, evite fazer fogueiras em locais com vegetação e não jogue pontas de cigarro acesas na mata. Não dê causa a graves incêndios, procure comprar objetos de madeira extraída de áreas em reflorestamento, controle o seu consumo de papel, use sempre os dois lados da folha antes de jogá-la fora, recicle seu papel.Dê preferência à compra de papel reciclado.





Amigo da Floresta

      Amigo da Floresta
O programa Amigo da Floresta tem por objetivo promover restauros florestais de mata nativa, aliados à educação ambiental, capacitação de comunidades rurais e pesquisas científicas.
Educação Ambiental
Parte da verba captada pelo programa Amigo da Floresta é destinada para programas educativos e informativos.
Em parceria com o projeto Amigos do Ribeirão Feijão, a Iniciativa Verde desenvolve atividades destinada a alunos e professores do município de São Carlos (SP) e região, contemplando temas relacionados à mata ciliar, reciclagem, compostagem, mudanças climáticas e o papel da floresta como prestadora de serviços ambientais.
Atividades pontuais, como plantios simbólicos em comunidades carentes, são bastante efetivas do ponto de vista educativo e também fazem parte do leque de ações do Amigo da Floresta.
Capacitação de Comunidades Rurais
Os projetos de restauro florestal da Iniciativa Verde buscam sempre envolver a população local, que atua como executora do projeto, de maneira a garantir que a comunidade gere vínculos com a nova floresta.

Embora a atividade de plantar árvores apresente muitos pontos em comum com a as práticas agrícolas (preparo do solo, adubação e manutenção), existem algumas particularidades a serem observadas para que uma floresta saudável seja plantada. Assim, as comunidades que implementam os restauros florestais devem ser capacitadas durante o projeto. O conteúdo teórico e prático de como uma floresta deve ser plantada é transmitido durante o plantio e a manutenção.
Pesquisas
Um dos objetivos do programa Amigo da Floresta é a produção e divulgação de conhecimento na interface floresta / emissão de carbono.
As pesquisas são conduzidas de forma a identificar o potencial de absorção de CO2 dos biomas brasileiros, aprimorar metodologias de restauro florestal e quantificar os benefícios diretos e indiretos do restauro florestal.
Clique aqui e confira os projetos já realizados pela Iniciativa Verde.
Plante árvores clicando no botão abaixo:
Clique aqui e plante arvores

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Fórum Econômico Mundial

Riscos globais 2012

17 e 18 de julho de 2013
3º Seminário Nacional de Energias Renováveis e Eficiência Energética

Nos dias 17 e 18 de julho, o Centro Empresarial Rio vai sediar o 3º Seminário Nacional de Energias Renováveis e Eficiência Energética - Desafios e soluções para o Brasil produzir mais com menos. O evento irá apresentar e debater novas experiências e tecnologias disponíveis para estimular o uso racional da energia e até substituir a energia convencional pela renovável. Será a oportunidade para incentivar os consumidores a adotar novos métodos e tecnologias para reduzir o consumo, utilizar fontes de energia limpa e renovável e o crescimento do país de forma mais sustentável e segura.
Energias renováveis, o Programa Nacional de Eficiência Energética (PNEE) do Governo Federal, o programa Cidades Sustentáveis, a eficiência na indústria e sustentabilidade nos transportes serão os principais temas abordados no seminário. O objetivo é mostrar que melhorar a eficiência no consumo de energia em todos os setores é viável, seja reduzindo os custos e o impacto ambiental e/ou substituindo por uma fonte renovável, mais econômica e menos poluente. Diante do aumento da população mundial, empresas e gestores públicos em geral precisam se preparar para esta nova etapa da economia planetária, de forma a produzir mais com menos.

Serviço:
3º Seminário Nacional de Energias Renováveis e Eficiência Energética - Desafios e soluções para o Brasil produzir mais com menos
Data: 17 e 18 de julho
Local: Centro Empresarial Rio (Edifício Argentina) - Praia de Botafogo, 228 - 2º andar - Botafogo - Rio de Janeiro (RJ)
Inscrições: solicite o formulário de inscrição pelo e-mail inscricao.planeja@gmail.com ou ligue para o Atendimento ao Participante (21) 2262-9401 / 2244-6211
Valores:
Até 03/06/2013 — R$ 300,00
04/06 a 04/07/2013 — R$ 350,00
05/07 a 18/07/2013— R$ 400,00
Formas de pagamento: Boleto bancário / Depósito bancário

Observações:
- É obrigatório o envio do comprovante de pagamento para o email: inscricao.planeja@gmail.com
- Para pagamento via empenho será cobrado o último valor da tabela
- Regras para cancelamento de inscrição:
* No caso de desistência o participante deverá cancelar a sua inscrição no prazo de 3 (três) dias úteis antes da realização do evento. O não cancelamento implicará no pagamento integral da taxa de inscrição.
** A organização irá reter 30% do valor da inscrição referente à taxa administrativa em decorrência ao cancelamento.
- A organização se reserva no direito de alterar a programação sem aviso prévio, de forma a garantir um conteúdo de qualidade e interesse ao público presente.

Ecoponto nas Escolas é lançado na Semana do Meio Ambiente

07/06/2013 - Cinthia Abreu
Foto: Fernando Alves
Lançamento do projeto Ecoponto das Escolas aconteceu durante a Conferência de Meio Ambiente
O projeto “Ecoponto na Escola”, desenvolvido pelo Instituto Idahra com apoio do Governo do Estado, foi lançado nesta quinta-feira, 6, durante a realização da 4ª Conferência do Meio Ambiente, etapa de Palmas. O lançamento fez parte da programação da 19ª Semana do Meio Ambiente, promovida pela Secretaria do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semades), que acontece até este sábado, 8.
De acordo com o engenheiro ambiental do Instituto, Fernando Nunes, os Ecopontos são postos de coleta de materiais recicláveis que chamam a atenção do público infantil por serem bem ilustrativos, com desenhos confeccionados pelos próprios alunos, durante as oficinas de educação ambiental trabalhada em escolas da Capital. As oficinas se iniciaram ainda no mês de maio, onde, além do concurso de desenho, as crianças puderam aprender a importância da coleta seletiva, por meio de oficinas de reciclagem e palestras.
Participam do projeto as Escolas de Tempo Integral Monsenhor Pedro Pereira Piagem, Escola de Tempo Integral Eurídice Ferreira de Melo, Escola Municipal Thiago Barbosa e Escola de Tempo Integral Santa Bárbara.
Etapa
Segundo Nunes, os Ecopontos serão entregues nas escolas a partir da próxima semana. “Vamos começar a capacitação com os professores para que eles utilizem os Ecopontos para ensinar sobre a importância da coleta seletiva”, conta o presidente, acrescentando que, após a capacitação dos professores, a equipe da Idahra voltará às escolas para mais um ciclo de oficinas de educação ambiental, palestras, e apresentações culturais, de agosto a dezembro deste ano.
Ainda de acordo com o engenheiro resposável projeto, o objetivo é incentivar a coleta seletiva nas escolas, trabalhando a temática de resíduos sólidos para crianças. “Vamos incentivar a coleta seletiva no ambiente escolar e fora dele e desmitificar a visão errada associada ao lixo”, conta.
Hoje
Nesta sexta-feira, 7, às 14 horas, o projeto terá uma edição especial para os idosos, com oficina para os alunos da Universidade da Maturidade. O projeto “Ecoponto na Escola” é patrocinado pelo Banco da Amazônia, e além do Governo do Estado do Tocantins conta também com apoio da Prefeitura Municipal de Palmas.
Vida saudável

Frutas do Brasil

Mobilidade urbana: soluções criativas e políticas públicas


 / Créditos: Reuters












Cada vez mais a mobilidade vem se transformando numa
preocupação das cidades ao redor do mundo, que buscam 
soluções inovadoras para melhorar a qualidade de vida de seus cidadãos.
O dia 1º de junho de 2012 ficou marcado por um triste recorde: a cidade de São Paulo (SP) registrou em suas ruas o maior índice de lentidão da história do Brasil, 295 km de morosidade. O recorde é um exemplo agudo da situação caótica enfrentada pelos moradores dessa cidade e de tantas outras do Brasil e do mundo, nas quais o excesso de veículos e a falta de planejamento urbano transformaram a locomoção em um desafio desgastante e demorado.

Essa realidade extrema trouxe para o centro das prioridades, nas grandes cidades, o tema da mobilidade urbana. “Mobilidade urbana é pensar os espaços a partir de uma concepção de escola humana, uma cidade para pessoas”, definiu Hélio Wicher Neto, advogado, cientista social e especialista em direitos urbanísticos.

Dentro dessa diretriz, para driblar a realidade, as cidades estão implementando soluções mais sustentáveis, criativas e, até mesmo, ousadas, como pedágios urbanos, utilização de bicicletas, obras de revitalização, entre outras.

O debate, que se intensifica a cada dia, vem despertando em governantes e na iniciativa privada a atenção para a necessidade de criar e colocar em prática políticas e iniciativas que revertam o quadro.

Em janeiro deste ano, o governo brasileiro aprovou a Lei da Mobilidade Urbana Sustentável (Lei Nº 12.1587), que pode ser definida como o resultado de um conjunto de políticas de transporte e circulação, cujo objetivo é proporcionar o acesso amplo e democrático ao espaço urbano, por meio da priorização dos modos não motorizados e coletivos de transportes.

Na opinião de Wicher, a principal inovação proposta é a obrigatoriedade que os municípios passam a ter de fazer um plano diretor e também um plano de mobilidade. “A lei prioriza os não motorizados, favorecendo pedestres, ciclistas e o transporte público”, explicou.

Teleféricos, pedágios e vagas vivas 
Com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos cidadãos, despontam ao redor do mundo iniciativas que têm impactado positivamente o modo de vida de seus habitantes. Um exemplo é o sistema de teleféricos de Medellin, na Colômbia. Lá, foram instaladas escadas rolantes no bairro de San Javier, que tem morros altos e de difícil acesso. Outro caso é Buenos Aires, na Argentina, onde a prefeitura fechou o centro da cidade e implementou o pedágio urbano.

Em São Francisco (EUA), a prefeitura recorreu a uma solução criativa para diminuir o volume de carros nas ruas e atrair pessoas para o espaço público: criou o sistema de “Vagas Vivas”. Com essa política, os comerciantes que desejarem ocupar o espaço para vagas de estacionamento em frente a seus estabelecimentos com jardins, por exemplo, participam de um edital, pagam uma indenização e, caso selecionados, obtêm o direito de ocupar o local. “Mesmo com a taxa de indenização, faltam vagas para o número de estabelecimentos que se interessam pelo projeto, o que atesta o sucesso da iniciativa”, argumentou Wicher.
O diretor de Planejamento da Compartbike, empresa especializada em soluções sustentáveis em mobilidade urbana, Pedro Rocha Monteiro, destaca a atuação da prefeitura de Londres, na Inglaterra, que implantou o TfL (Transport for London), órgão responsável por implementar a estratégia de transporte e administrar os serviços existentes na região metropolitana da cidade com um conjunto de ações coordenadas.

Entre as ações propostas pelo TfL está a restrição do uso do automóvel privado no espaço urbano, gestão do sistema de bikesharing na cidade e oferecimento de estacionamentos de bicicletas gratuitos para empresas londrinas que desejarem instalá-los para o uso de seus colaboradores.

“Houve um extenso estudo publicado pelo TfL em novembro de 2008 sobre a viabilidade de um sistema de bikesharing na cidade. O estudo se debruça sobre uma série de exemplos de sucesso e fracasso de sistemas existentes na Europa e propõe um sistema mais denso com recomendação de 8 estações de bicicleta por km2”, explicou Pedro. Em setembro de 2011, 1 ano após o sistema ter sido implementado com 315 estações e 5 mil bikes, foi realizada pelo órgão uma extensa pesquisa de satisfação entre os usuários. “Essa iniciativa também é essencial para planejar uma expansão do sistema e avaliar possíveis melhorias no sistema atual”, continuou.

Brasil: políticas de mobilidade urbana
Apesar do avanço que representa a recente Lei da Mobilidade Urbana Sustentável, as cidades brasileiras ainda engatinham na transformação e na utilização de seus espaços públicos. Mesmo assim, algumas iniciativas colocadas em prática ganham visibilidade e servem de exemplo para outras cidades.

Em 2010, São José dos Campos, em São Paulo, iniciou os estudos para o Projeto Centro Vivo. Ali, o acesso ao centro sempre foi dificultado por uma característica geográfica peculiar da cidade: ele está localizado entre dois vales, o que causava enormes engarrafamentos. Para solucionar a questão, a prefeitura implementou esse projeto de revitalização focando no adensamento do centro. “Levar pessoas para morar no centro passa pela humanização do espaço”, explicou Wicher.

Outro exemplo de plano de mobilidade urbana brasileiro de sucesso está em Curitiba, capital do Paraná. A cidade possui uma política que busca a integração multimodal, criação participativa de um plano diretor metropolitano de transporte e mobilidade, implementação de anéis tarifários no transporte público e promoção de transporte limpo e sustentável. “No país, eu vejo Curitiba como a única grande metrópole que possui uma política integrada de mobilidade”, disse Monteiro, da Compartibike.

Vá de bike
A utilização de bicicletas é uma das saídas mais comuns adotadas por cidades ao redor do mundo para solucionar questões de mobilidade e potencializar a utilização dos espaços públicos. Esse meio de transporte, além de ser benéfico para a saúde, traz outras vantagens, entre elas, a redução da emissão de gases tóxicos na atmosfera e a possibilidade de utilização de recursos simples e de baixo custo para implantação do sistema cicloviário.

Em Nova York (EUA), o número de ciclistas foi incrementado em 50%, utilizando recursos de microacesso, como demarcação de divisões para bicicletas nas pontes, rampas, conserto de calçadas.

Rio Branco, capital do Acre, também apresenta um grande diferencial no quesito mobilidade urbana. A cidade possui a maior rede cicloviária per capita do País. Ao todo, são mais de 160 km de vias projetadas para 300 mil habitantes, o que transformou a bicicleta no meio de transporte mais popular do local.

“A cidade tem o Plano Cicloviário de Rio Branco, incorporado ao seu Plano Diretor. Mais uma vez, o segredo é, além da vontade política, ter como prioridade as pessoas. Todos, em algum momento do dia, são pedestres”, finalizou Wicher.