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Esse blog foi feito para quem esta interessado a mudar de vida, e ter uma vida saudavél e sustentavél, venha vizuali-ze curte e aproveite todo o conhecimineto e tenha uma vida boa!!!!

sexta-feira, 7 de junho de 2013

 / Créditos: Fernanda Birolo - Embrapa Semiárido
O programa Água Doce, no Nordeste, transforma a água salgada em 
potável, ajudando a população local a se manter. 
(Foto: Fernanda Birolo - Embrapa Semiárido)
1Dessanilização
É difícil conceber que o Planeta Azul venha a sofrer com a falta de água, não é? Mas tirar o sal (ou dessalinizar) a água do mar não é um processo fácil. Veja o que vem sendo feito para minimizar a falta de água doce em vários países, incluindo o Brasil.
Nos últimos 45 anos, o volume de água dessalinizada no mundo subiu de basicamente zero para 60 bilhões de litros por dia. A solução, que começou a ser implantada na década de 1970 no Oriente Médio, hoje já está presente em mais de 150 países. O motivo desse crescimento é simples: a água doce está ficando cada vez mais escassa, principalmente por causa do crescimento populacional e da expansão das atividades agrícola e industrial.

Para constatar o tamanho do problema, basta relembrar as aulas de Ciência ainda no Ensino Fundamental: 97,5% da água da Terra é salgada, sendo que cerca de 1% disso está em lençóis freáticos salobros. Dos 2,5% de água doce que temos no Planeta, cerca de 2/3 se concentram em geleiras.

Apesar de ser uma solução para um consumo abundante, a dessalinização não pode ser vista sem ressalvas. Os métodos utilizados ainda são caros e há muita discussão sobre o impacto disso para o meio ambiente. Como resultado da dessalinização, geralmente o que fica é uma mistura salmoura concentrada que precisa ser descartada e pode ser prejudicial à natureza. Além disso, jogá-la ao mar faz com que o teor de sal dos oceanos aumente – o que prejudicaria as formas de vida marinhas. Isso já acontece em alguns trechos do Golfo Pérsico, por exemplo. Mas há soluções – veja abaixo uma iniciativa brasileira que considera toda a cadeia até o descarte.

Como é feito?
O método de dessalinização mais comum funciona como uma destilação em grande escala. Ou seja, a água salgada é aquecida até evaporar, separada do sal e depois condensada novamente. Um processo que também é bastante utilizado se chama “osmose reversa”. A água passa por uma membrana que remove o sal, e esse processo consome menos energia do que o que seria necessário para ferver a água. Hoje, no mundo, esses dois processos somados são responsáveis por quase 90% da água dessalinizada que vem sendo consumida.

No Brasil, existe um programa do governo federal que prevê a dessalinização de águas salobras no Nordeste brasileiro, fornecendo água potável para famílias que historicamente sofrem com a seca da região. A região Nordeste conta com apenas 5% das reservas nacionais de água doce. Grande parte da água disponível no semiárido, em lençóis subterrâneos, tem mais sal do que o recomendado para o consumo humano. Ou seja, é muito comum, ao furar um poço artesiano, que os moradores do local se deparem com água imprópria.
 / Créditos: Fernanda Birolo - Embrapa Semiárido
Tecnologia utilizada permite que mistura salmoura seja direcionada à tanques de criação de tilápia, transformando-se em renda para as famílias. (Foto: Fernanda Birolo - Embrapa Semiárido)
Por isso, o governo criou o programa Água Doce, que beneficia quase 95 mil pessoas. Com a tecnologia usada no programa, um litro de água salgada se transforma em 1/2 litro de água doce. O restante é direcionado para tanques de piscicultura – o que também se transforma em renda para as famílias do entorno. O programa atua no semiárido brasileiro, que inclui parte dos Estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe, além de Minas Gerais. Em 2013, outros dois Estados também devem firmar o convênio com o governo federal e passar a fazer parte do Água Doce: Pernambuco e Maranhão.

O Água Doce prevê um sistema que minimiza os impactos ambientais causados pela dessalinização. Isso porque a água salobra que resta do processo é encaminhada aos tanques de criação de tilápias – mas não para por aí. Depois, essa mesma água, enriquecida em matéria orgânica, é aproveitada na irrigação da erva-sal, utilizada na produção de feno. Esse feno alimenta caprinos e/ou ovinos, encerrando a cadeia de maneira sustentável.

Cidades dessalinizadas
Em algumas cidades que sofrem com o clima árido, a dessalinização é uma realidade que garante boa parte da água usada em suas indústrias e consumida por seus habitantes. É o caso de Antofagasta, no norte do Chile. Localizada na região do Deserto do Atacama, a cidade convive com a falta crônica de chuvas e barreiras naturais, como a própria Cordilheira dos Andes.

Por isso, a cidade optou por construir plantas de dessalinização que garantem o uso da água proveniente do Oceano Pacífico – 5% vão para seus 400 mil habitantes, enquanto o restante é usado na indústria de mineração de cobre. Hoje, o desafio do município é encontrar maneiras de baratear o custo do processo de dessalinização e reduzir perdas – algo que todos, mesmo aqueles que ainda contam com água doce em abundância, deveríamos aprender. 

Soluções para mudanças climáticas


10 boas razões para plantar árvores

RECICLAGEM


Reciclagem de PET no Brasil


Ujatoba_garrafa_PET
Muito se fala de reciclagem, reaproveitamento e reutilização de garrafas PET no país. A Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet) já mostra forte crescimento da atividade durante o ano de 2012, segundo números preliminares da 9ª edição do Censo da Reciclagem do PET no Brasil.
A expectativa é de que o índice de reciclagem supere os 57,1% alcançado na edição anterior do Censo, quando o país deu destinação correta a 294 mil toneladas de embalagens de PET pós-consumo.
O relatório final vai ser apresentado durante a PETtalk 2013 – II Conferência Internacional da Indústria do PET, entre os dias 26 e 27 de junho, em São Paulo.
O estudo está sendo conduzido junto a aproximadamente 400 empresas recicladoras, que atuam em todo o território nacional.
Para contribuir com a ampliação e a sustentabilidade dos números, o evento também trará uma série de apresentações com soluções e tecnologias que ampliam a produtividade e os resultados das empresas, o que inclui a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Esta lei pretende resolver o problema da coleta seletiva e do sistema de logística reversa para as embalagens pós-consumo. Segundo, Auri Marçon, presidente da Abipet, as empresas, de um modo geral, ainda não conhecem as implicações da medida.
A edição anterior reuniu cerca de 300 participantes de 21 países, números que consagram o evento como o maior e mais importante do setor na América do Sul.
As empresas interessadas podem consultar a programação e se inscrever pelo site www.pettalk.org.br.

Benefícios do chá de hortelã


Ujatoba_menta
O período mais gelado do ano está aí e nada melhor do que um chazinho para ajudar a aquecer. Além disto, muitos deles têm propriedades extremamente benéficas à saúde e ao bom funcionamento do organismo.
O chá da vez é o de hortelã, que é velho conhecido das vovós! A hortelã também pode ser usada como tempero de refeições ou como ingrediente para sucos. Ela possui vitaminas A, B e C e minerais como cálcio, fósforo, ferro e potássio. O chá é um ótimo digestivo, calmante, anti-inflamatório e ajuda nos problemas intestinais e estomacais.
É natural, mas tem os seus efeitos colaterais e pessoas com cálculos biliares, gestantes ou lactantes e crianças com menos de 5 anos e em fase de amamentação devem tomar cuidado e consultar um especialista antes do consumo pois, se usada inadequadamente, os possíveis benefícios viram danos.
Na hora de comprar, opte pelas folhas bem verdes e inteiras. Folhas amareladas não são boas para o consumo e as desidratadas perdem as propriedades, então utilize sempre a erva fresca. Muita gente planta em casa mesmo!
Veja como preparar o chá:
Separe 10 folhas de hortelã, coloque para ferver em 200 ml de água, deixe ferver por 3 minutos, coe e tome na hora. Adoce a gosto.

FUTURO, VAMOS PENSAR SOBRE?

A complexidade do Delta do Paraíba do Sul, principalmente com forçantes de grande influência de todo o sistema flúvio-marinho, decorre de alguns fatores e ramificações hídricas, estando o ambiente tanto na composição como na ação natural com invasões de marés onde são preenchidos os espaços e ciclicamente mudando o ambiente ano após ano. Estes ambientes onde geralmente estão presentes espécies de flora e fauna, necessitam de produção primária e funcionamento complexo e ativo das alterações e amplitudes de marés, trazendo desta forma um número considerável de alimentos e tornando o ambiente saudável e produtivo. Quando temos uma transformação deste ambiente, a distribuição e a organização de todo o sistema, por ação antrópica, eutrofiza, e modifica a estrutura, e assim podemos dizer que o ambiente foi impactado negativamente. O homem está provocando o desequilíbrio e com certeza os problemas aumentarão, as áreas foram ocupadas sem preocupação com a topografia e geografia, mudando e alterando o quadro sistêmico, com aterros irregulares, tomando as várzeas, impedindo o fluxo contínuo das águas, cortando a vegetação e interrompendo o processo natural que levou milhares de anos para se constituir.

Em nossa comunidade Gargaú, Distrito de São Francisco de Itabapoana, que hoje apresenta uma população de aproximadamente de 5.500/6.000 moradores, com renda basicamente da pesca artesanal, extrativismo e pequeno comércio,começa a viver um quadro crítico na questão de saneamento básico, estando todo o sistema de manguezal, lagoas, rios e riachos, comprometidos diretamente pela vazão diária de milhares de litros de esgoto e efluentes industriais oriundos do processamento de pescado, construção e uso incorreto de fossas domiciliares, descarte de resíduos sólidos e hidrocarbonetos, com isso comprometendo de forma significativa todo o processo. 
Gargaú, neste quadro é composta de um braço do Rio Paraíba do Sul, onde se divide no Canal Principal e o Riachinho que corta lateralmente o Distrito. Este Riachinho, que tem sua boca de entrada no “Buraco Fundo”, tem uma característica importante e fundamental, pois através dele todo o peso de água e seu excedente, levam até as várzeas e lagoas, através das forçantes de marés, micro organismos e alimentos para as espécies em fase de crescimento.

Neste sentido, podemos dizer que a situação passou de laranja para vermelho, pois o processo de degradação está com uma taxa altíssima em relação à resiliência do ambiente, não acompanhando o processo e prejudicando o sistema, desta forma todo o esgoto “in natura” lançado diretamente no ambiente causa uma série de problemas de ordem natural, alterando a mistura dulcícola e salina, provocando o surgimento de elementos diferentes, invasivos e dominadores, com presença de lodo, baixa de oxigênio, levando naturalmente a diminuição da taxa de produção primária e consequentemente o desaparecimento de espécies. 
Considerando ainda, que esta relação de exposição de efluentes e esgoto “in natura”, pode sim afetar diretamente a saúde da população, principalmente das crianças ainda em formação, aumentando consideravelmente a presença nos postos de saúde do Município. Temos que nos unir, refletir e procurar viabilizar junto ao Poder Público, com projetos de Saneamento Básico para que possamos reverter o quadro crítico que passamos atualmente. 

O Saneamento Básico começou a viver um novo momento no país, desde que se estabeleceu a Lei 11.445, de 2007, que criou a Política Nacional de Saneamento Básico (PNSBs) e a Lei 12.305, de 2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Visando a universalização do saneamento básico, nas cidades e campo, cujas diretrizes foram traçadas pelo governo federal, o governo do Estado do Rio de Janeiro estabeleceu em 2011 o Pacto pelo Saneamento, com (4) quatro focos – água, esgoto, drenagem e lixo. 

Ilzomar Soares Filho – Biólogo Marinho


Deputado Stalin Bucar (PR) foi o relator do Projeto de Lei aprovado em tempo recorde e em sessão extraordinária. Foto: Ascom/Stalin Bucar
Com o objetivo declarado de fomentar o agronegócio, o Tocantins acaba de dispensar de licenciamento ambiental todos os empreendimentos classificados como atividades agrossilvipastoris. A nova lei aprovada pelos deputados estaduais numa sessão extraordinária do dia 8 de maio, percorreu um caminho curto, não despertou interesse da imprensa local e a única divulgação foi a discreta publicação no Diário Oficial do Estado, no último dia 16.

A liberação foi resultado do Projeto de Lei Nº.7 que alterou a Lei Estadual 2.476 de 8 de julho de 2011 responsável por instituir o Programa de Adequação Ambiental de Propriedade e Atividade Rural, conhecido como TO-Legal. O programa promove a regularização das propriedades e posses rurais inserindo-as no sistema de Cadastramento Ambiental Rural – CAR do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins).

Na véspera da aprovação, no dia 7 de maio, o Projeto de Lei foi discutida pelo plenário, mas retornou a Comissão de Saúde e Meio Ambiente após pedido de vista do presidente da comissão, Eli Borges (PMDB). No dia seguinte, 8, Borges deu por encerrado a vista e o projeto foi votado e aprovado por todos os 16 deputados que participaram da sessão “secreta” que terminou as 22h.

Durante duas semanas, o ((o))eco tentou contato com os deputados Eli Borges e Marcello Lelis (PV) que é vice-presidente da Comissão de Saúde e Meio Ambiente. Ambos não atenderam a solicitação de entrevista.

Marcello Lelis é presidente regional do Partido Verde (PV) e foi candidado a prefeitura de Palmas nas últimas eleições. Através de sua assessoria, ele disse desconhecer que a lei havia sido aprovada e informou que não poderia se manifestar por não ter acompanhado sua tramitação.

Antes da votação ((o)) eco, conversou com o deputado Stalin Bucar (PR), relator do projeto de lei. Ele estava ansioso para que a PL fosse votada durante a Feira de Tecnologia Agropecuária do Tocantins- Agrotins, que reuniu entre os dias 7 e 11 de maio mais de 72 mil visitantes, o que de fato ocorreu. Para o parlamentar, o artigo 10 da lei que dispensou de licenciamento ambiental as atividades agrossilvipastoris não vai gerar nenhum transtorno para a conservação do Cerrado. “Precisávamos resolver isso o quanto antes para não prejudicar alguns investimentos”, disse o deputado.

A nova lei é um dos primeiros passos para a “revolução agrária” proposta pelo deputado federal Irajá Abreu (PSD), que deixou a Câmara Federal para assumir a recém criada Secretaria Estadual de Desenvolvimento Agrário e Regularização Fundiária do Tocantins. Filho da senadora e presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) Kátia Abreu (PSD), o secretário que também é presidente da Associação dos Reflorestadores do Tocantins comemorou a dispensa das licenças durante reunião da associação na Agrotins. Irajá disse que seu foco será a elaboração do Plano Estadual para o Desenvolvimento Florestal Sustentável do Tocantins, usando as possibilidades da nova regra. 

A aprovação em regime de urgência do projeto de lei atendeu as expectativas do governador do Tocantins, Siqueira Campos (PSDB) . Ele considera que a mudança favorece a viabilidade econômico-financeira do agronegócio pois a dificuldade “burocrática” dos licenciamentos estava emperrando o crescimento do estado.


Mata nativa no Cerrado do Tocantins. Foto: Cleide Veloso Semades

Ibama protesta

(...)relatório destacou as “fissuras e inconsistências” da nova lei
O anúncio de que não seriam mais necessários os licenciamentos pegou todos de surpresa. A confusão começou numa reunião convocada pelo deputado Stalin Bucar, após o parlamentar ter enviado o projeto de lei para ONGs, Ministério Público Federal e entidades do governo federal (Incra e Ibama). O texto enviado era diferente do que foi apresentado na reunião.

“Quando chegamos lá recebemos um outro projeto de lei que continha o artigo 10, que até então não tínhamos conhecimento”, conta Marcelo Benetele Ferreira, chefe da Procuradoria Federal Especializada (PFE) do Ibama/TO.

Com o novo textos em mãos, o Ibama redigiu um relatório onde destacou as “fissuras e inconsistências” da nova lei. O documento foi encaminhado à assembleia como uma “recomendação” aos deputados: caso fosse aprovada, a lei iria “dilatar os mecanismos de tutela de proteção difusa integral do meio ambiente, convergindo num viés desenvolvimentista insustentável”.

Ficou mais fácil

"os empreendedores de atividades agrossilvipastoris não precisam mais apresentar a licença ambiental quando solicitarem financiamento seja ele concedido por um banco privado ou público"
Antes das alterações no TO-Legal, a instalação e a operação de atividades agrossilvipastoris só poderiam ser permitidas ou consideradas regularizadas após a emissão da Licença Ambiental para as propriedades de grande porte e alto impacto, ou da Licença Ambiental Única – LAU, destinada às propriedades com atividades agrossilvipastoris de pequeno e médio porte e baixo impacto. 

“Ficaram preocupados com a Licença Ambiental Única quando o IBAMA passou a exigir a licença para desembargar áreas/propriedades e o Naturatins teve dificuldades em atender a demanda”, lembra Danielle Dias, analista ambiental do Ibama/TO.

Derrubar a licença para atividades agrossilvipastoris foi a saída encontrada pelo governo para “desafogar” o órgão e agradar os ruralistas. A partir de agora, os únicos instrumentos de controle ambiental necessários para fins de concessão de crédito rural no Tocantins são o Cadastro Ambiental Único (CAR) e o Termo de Compromisso (TC). 

Na prática, os empreendedores de atividades agrossilvipastoris não precisam mais apresentar a licença ambiental quando solicitarem financiamento seja ele concedido por um banco privado ou público. Isso é possível graças ao novo Código Florestal que dá autonomia para que os estados estabeleçam, de acordo com suas especificidades, as regras de gestão florestal desde que não sejam menos restritivas que a legislação federal ou inconstitucionais. “Neste caso, no que competem aos critérios relativos à regularidade ambiental para acesso de créditos rurais, os produtores não podem ter pendências com o gestor federal, ou seja, ter o imóvel relacionado na lista das áreas embargadas”, explica Danielle.

Danielle observa que apesar da Licença Ambiental Única ser de natureza declaratória e o Naturatins ter dificuldades para dar conta de analisar a enorme demanda, incluindo a necessidade de verificações no campo, o fim da licença fragilizou ainda mais os instrumentos de controle e gestão ambiental no estado. “O que se espera de bons gestores nas várias instâncias de poder envolvidas é empenho para que haja o fortalecimento da estrutura operacional e não seu enfraquecimento”, disse.

Na esfera federal, a nova lei cria conflitos. De acordo com o Ministério Público Federal, as modificações no TO-Legal não respeitaram a Política Nacional do Meio Ambiente. “A lei estadual é inconstitucional. Faremos uma representação de inconstitucionalidade a procuradoria”, afirma o procurador Álvaro Manzano. Ele lembra que a Lei 6.938/81, que estabelece a Política Nacional do Meio Ambiente, no artigo 10, exige o licenciamento ambiental para as atividades efetiva ou potencialmente poluidoras ou degradadoras. Neste escopo encontram-se todas as atividades agrossilvipastoris, consideradas poluidoras por vários motivos, entre eles, a utilização de produtos químicos na agricultura.

“Não muda nada”

Por sua vez, o presidente do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), Alexandre Tadeu, órgao estadual responsável pela emissão das licenças, cadastros e demais condutas de regularização ambiental, disse em entrevista a ((o))eco que a lei publicada no dia 16 no Diário Oficial não mudará “absolutamente nada”, e que apenas vai possibilitar maior agilidade nos procedimentos de regularização.

“Em nenhum momento faz menção ao descumprimento de normas vigentes [...]. Apesar de estar dispensando do procedimento administrativo, é dever do produtor rural atender para o cumprimento de todas as normas que a sua atividade estiver afeta”, diz o presidente.

O Naturatins recepciona hoje aproximadamente 28 processos por dia, destes 20 são analisados pela equipe técnica, conta Tadeu “Desse total, aproximadamente 75% são requerimentos de CAR. “Existem aproximadamente 1300 processos que aguardam análise, apesar de estarmos superando as metas”, detalha Tadeu. 

quarta-feira, 17 de abril de 2013


17 de abril - Dia Nacional da Botânica

O dia é dedicado ao botânico alemão Cari Friedrich Phillipp von Martius, consagrado o "Pai das Palmeiras" no Brasil. Um dos naturalistas mais famosos do século XIX, von Martius nasceu no dia 17 de abril de 1794 e chegou ao Brasil no dia 15 de julho de 1817, como parte de uma comitiva de intelectuais que acompanhava dona Leopoldina, esposa de dom Pedro I. Em três anos de estudos, ele explorou 12 mil espécies da flora brasileira. Até a data de sua morte, foram catalogadas 300 mil espécies do mundo inteiro, sendo a metade existente na bacia Amazônica. Phillipp von Martius morreu em 1868. O decreto que instituiu uma homenagem a ele também declarou a carnaúba, considerada a palmeira brasileira, como planta-símbolo do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro.
17 de abril - Dia Nacional da Botânica

O dia é dedicado ao botânico alemão Cari Friedrich Phillipp von Martius, consagrado o "Pai das Palmeiras" no Brasil. Um dos naturalistas mais famosos do século XIX, von Martius nasceu no dia 17 de abril de 1794 e chegou ao Brasil no dia 15 de julho de 1817, como parte de uma comitiva de intelectuais que acompanhava dona Leopoldina, esposa de dom Pedro I. Em três anos de estudos, ele explorou 12 mil espécies da flora brasileira. Até a data de sua morte, foram catalogadas 300 mil espécies do mundo inteiro, sendo a metade existente na bacia Amazônica. Phillipp von Martius morreu em 1868. O decreto que instituiu uma homenagem a ele também declarou a carnaúba, considerada a palmeira brasileira, como planta-símbolo do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro.


A Praia de Santa Clara, em São Francisco de Itabapoana, tem uma sub base do Projeto TAMAR que ajuda a proteger as tartarugas marinhas. Com período de reprodução entre setembro e março, as fêmeas da espécie cabeçuda procuram as praias do litoral norte fluminense para desovar. Então, os monitores do projeto, manejam os ovos para ninhos artificiais até o momento de seu nascimento, para depois fazerem a soltura. De mil filhotes somente um consegue chegar a fase adulta! Fauna de São Francisco de Itabapoana.. — Soltura de filhotes de tartaruga marinha (6 fotos)

terça-feira, 16 de abril de 2013


Terminal portuário no litoral sanfranciscano: Blog abordou o assunto em novembro de 2011



O Blog do Paulo Noel já abordava este assunto do terminal portuário para São Francisco de Itabapoana em novembro de 2011.

Confira aqui no link 

Foto divulgação,  ilustrativa de um Terminal Portuário
 em Florianópolis SC
Uma embarcação de médio porte navegando próximo à costa, entre as praias de Guaxindiba e Lagoa Doce chamava atenção dos moradores.

O Blog apurou que a presença da embarcação em novembro de 2011, no litoral de São Francisco de Itabapoana, entre Guaxindiba e Lagoa Doce, na verdade era um barco de sondagem que desenvolvia um trabalho de batimetria, medição da profundidade dos oceanos.

Segundo fontes do Blog, esse levantamento objetivava a viabilização de um novo porto, de menor porte, que poderia ser instalado em São Francisco de Itabapoana. Esse terminal teria como principal finalidade o fornecimento de água potável para os navios que irão circular pela região. O empreendimento atenderia a demanda futura dos portos em construção, além de poder ser utilizado pela indústria do petróleo e gás.